segunda-feira, 14 de maio de 2012

ATIVIDADE FINAL

Sabemos que as mídias podem sim nos auxiliar em sala de aula, como já observamos no decorrer do curso. E sabemos também que os alunos trazem para a sala de aula somente o "lado ruim" do que as mídias transmitem, um exemplo disso são as brincadeiras que aos domingos passam no programa "Pânico na Band" e na segunda já observamos entre os alunos em sala de aula, esse é apenas um exemplo entre muitos outros que programas, comerciais, internet  e músicas são transmitidos aos nossos jovens. O desafio é como trabalhar as questões dos valores feridos pelos meios de comunicação com os alunos e qual posição devemos tomar em relação a essas práticas, pois sabemos que muitas vezes entramos também nessas "brincadeiras" com os alunos.

16 comentários:

  1. ENCONTREI ESTE TECHO SOBRE ARISTÓTELES E A RAZÃO QUE, AO MEU VER, PODE AJUDAR EM NOSSAS CONDUTAS E COMO PODEMOS AJUDAR NOSSOS ALUNOS DIANTE DAS INFORMAÇÕES.

    Mas nossa razão não é apenas receptora de informações. Aliás, o que nos distingue como seres racionais é a capacidade de conhecer. E conhecer está ligado à capacidade de entender o que a coisa é no que ela tem de essencial.
    O papel da razão
    Conhecer é perceber o que acontece sempre ou frequentemente.

    A razão abstrai, ou seja, classifica, separa e organiza os objetos segundo critérios.

    Segundo Aristóteles, as coisas podem estar em ato ou em potência. Por exemplo, uma semente é uma árvore em potência, mas não em ato. Quando germina, a semente torna-se árvore em ato. "

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    1. Justamente Carmem. Os nossos sentidos percebem o mundo, mas a razão é que organiza e separa o que é válido ou não. Desse modo, o nosso papel é estimular o desenvolvimento crítico dos discentes, para que assim, eles possam selecionar o que há de bom na mídia. ABraços

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    2. O problema é como fazer isso Gabi, sendo que nós mesmos somos levados pela mídia. Abraços.

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    3. Concordo Ciça que ninguém está isento. Entretanto, precisamos nos policiar. Utilizei esse argumento da separação pensando no que os filósofos acreditavam, principalmente Kant, mas infelizmente ele não contava com esse bombardeio de informações (nem sempre úteis). Abraços

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  3. As primeiras aulas, após a exibição de programas como o Pânico (Band), revelam o quanto a mídia influencia na postura do telespectador. Isso porque, frases prontas, paródias e, até mesmo comparações tornam-se constantes. Nós professores, devemos estar atentos e evitar qualquer tipo de comentário que vise menosprezar alguém. Principalmente, conduzir o aluno a refletir sobre os valores embutidos no que eles repetem.
    Acredito que a realização de dinâmicas que estimulem o respeito, pode auxiliar. Além disso, gosto de trabalhar com o filme The Truman Show, o qual revela a manipulação dos diretores de TV, por exemplo, e com humor critica o formato reality show (febre nacional).

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    1. É verdade, Gabi. estes programas, principalmente o Pânico, usam dessas frases até para reforçar a sua própria propaganda.
      E aí, nós acabamos nos tornando "repetidores" tipo papagaio delas até sem perceber. Por isso concordo com você com relação no desenvolvimento da criticidade, da análise das informações e dos estímulos recebidos.E, sobretudo, manter postura de respeito e valores. Assim seremos geradores de boas condutas

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    2. Na verdade, nem posso falar tanto desse programa porque realmente não me interessa esse tipo de programa. Mas como docente observamos os comentários em sala e concordo com a professora Gabi que não devemos permitir qualquer comentário pejorativo ou de menosprezo à alguém. O papel do professor é conduzir o aluno a ter uma outra postura, mais ética, respeitável e responsável.

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    3. Olá Meire e Carmem, concordo com tudo que escreveram. Infelizmente há programas que pensam mais na audiência do que na reprodução de valores éticos.

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  4. Concordo plenamente com vocês Carmem e Gabi, pois somente trabalhando de maneira incansável com estes valores esquecidos por nossa sociedade talvez consigamos ter um futuro mais respeitável.

    Por Maria Elisa

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    1. Vejam o exemplo da nossa Festa Junina. Está sendo muito difícil selecionarmos as músicas, poque quase todas elas fazem alusão à pornografia. E o pior é que os alunos não entendem. Acham tudo normal e taxam a escola de ditadora. Na verdade, a instituição precisa zelar pela ética e não esquecer que são menores de idade. Concordo com a colocação da Profª Elisa que devemos trabalhar incançavelmente para resgatar os valores esquecidos por nossa nossa sociedade.

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  5. Este desafio de trabalharmos com os valores feridos pelos meios de comunicação não é tarefa fácil, pois a cada novo instante aparecem programas que deturpam os valores morais em nossa sociedade, como educadores que somos, cabe a nós levarmos a cada dia, a cada aula, mensagens que estimulem a participação e principalmente o respeito, uma vez que nos é cobrado e muito postura perante aos alunos, mas não basta somente isto, temos que nos desdobrarmos, buscarmos alternativas que levem o aluno a estimular sua criticidade perante o que veem e ouvem, pois somente com alunos críticos conseguiremos com que estas “ofensas permitidas”, possam ser deixadas de lado, uma vez que esses tipos de programas somente existem pelo simples fato de terem audiência.

    Quanto a nós temos que ter uma postura crítica e apresentar da melhor maneira possível, que estes programas não levam a lugar nenhum e ferem inclusive os direitos humanos em muitos casos.Talvez trabalhando com dinâmicas que apresentem o respeito, a solidariedade, o saber conviver em grupo resolva este problema tão grave e tão esquecido pela sociedade.

    Por Maria Elisa

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  6. Olha amigos professores a "apelação" aí fora está grande.....Mas não é só no´pãnico, não. Hoje, as novelas "escancaram" condutas que, em verdade, acabam se tornando muito mais "grandes exemplos a seguir" do que "grandes reflexões acerca das manifestações sociais". Nossa função é como um "outdoor" brilhante. Nunca ouvi ninguém dizer que isso seria fácil..... No entanto, todos os seres humanos, mesmo inconscientemente, buscam a felicidade, então, acredito que o convivio em grupo onde eles possam sentir a gentileza, o amor, o respeito servirá de "grande exemplo" e parametro para comparerem e usarem em suas condutas futuras, sim.

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  7. Atualmente as informações chegam às pessoas cada vez com mais intensidade, provocando diferenças no modo de vida e de pensar de muitas delas.
    Além de nos manter informados sobre acontecimentos mundiais, a mídia pode nos influenciar e essa influência pode ter dois lados, o bom e o ruim.
    A mídia nos proporciona um grande avanço em termos de conhecimento, à medida que possibilitou um mais rápido fluxo de informações, tornando-nos cientes de acontecimentos do outro lado do mundo. Além de informações nos traz entretenimento, divulga, estimula a crítica. E tudo isso chega a nós facilmente.
    Por outro lado, cada vez mais, sem percebermos, vamos perdendo nossa personalidade e acabamos nos esquecendo de quem somos para ser quem eles esperam que sejamos. É muito difícil resistir a tal influência, mas há quem o faça. Um bom exemplo são as tendências da moda e plásticas cirúrgicas que estão comprovando o seguir de padrões de beleza estabelecidos pela mídia, os quais todos seguem sem pestanejar.
    Com essa falta de questionamento, estamos ascendendo o nível de “robotização populacional”, uma vez que todos cumprem as regras e perdem cada vez mais sua originalidade.
    A mídia contém atributos bons e ruins. Cabe a nós distingui-los, aproveitando os bons e questionando aqueles que julgamos pouco interessantes.

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  8. A mídia é um fator fundamental na vida da sociedade, sem ela a sociedade fica aquém da realidade. Assistir televisão, navegar na Internet, falar ao celular são coisas do cotidiano da maioria da população mundial. Vive-se em uma era tecnológica em que se vêem ao vivo acontecimentos no mundo inteiro. E essa tecnologia influencia o tempo todo à sociedade e em conseqüência, a educação, tanto informal quanto formal. A influência da mídia na sociedade e na educação é um tema muito discutido e questionado. Muitos autores escreveram e escrevem sobre essas influências, alguns as consideram positivas, outros a denominam negativas. Quando se liga uma televisão o indivíduo receptor é invadido por várias informações, e ele pode ser influenciado ou não pelo que assiste. A maneira como são mostrados os programas também é importante, porque pode contagiar o público. Se determinado canal de televisão é a favor de um fato, e outro canal é contra, isso faz com que o público tenha uma visão crítica, e um poder de escolha, entretanto somente tomar partido de uma das partes às vezes é pouco. A sociedade pode ficar alienada ao que vem mastigado pelos programas televisivos e não ser capaz de ver outros ângulos e hipóteses de um mesmo acontecimento. Por outro lado podemos ver a TV com o um grande fator na educação. Em 1996, o Ministério da Educação, por meio da recém-criada Secretaria da Educação a Distância, lançou nacionalmente o programa TV na Escola, cuja finalidade era a qualidade da educação e oferecer às escolas um riquíssimo acervo de recursos didáticos capaz de enriquecer o projeto pedagógico das instituições e de valorizar os professores da educação. O foco da TV na Escola era os professores e alunos. Com base nas experiências e pesquisas feitas, esse curso foi elaborado com a proposta de capacitar o educador, no uso critico e criativo da TV e do vídeo.. Novelas e filmes da televisão estão fazendo apologia ao crime e a violência. A qualquer hora do dia ligando a Televisão, só vemos tiros, facadas, seqüestros, destruição, mortes, e muitas vezes nos perguntamos, será que o mundo é só isso? A luta pela audiência, de toda a forma tem levado emissoras brasileiras a trocar o bom-gosto e o respeito pelo público por um verdadeiro festival de baixarias, incluindo sexo, violência etc. Desde que a televisão surgiu sempre nos acrescenta “pratos de má qualidade”, para disfarçar o seu gosto detestável e insípido, pois infelizmente este veículo de comunicação não nasceu para isso, mas sempre se confunde a realidade e ficção com a maior tranqüilidade. REFERÊNCIAS DALE, Edgar. Metodos de Enseñanza Audiovisual. México: Editorial Reverte Mexicana, 1966. GAGNÉ, R. Como se realiza aprendizagem. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1971. HOINEF, N. TV em Expansão. Rio de Janeiro: Editora Record, 1991. Com base no texto acima podemos concluir que na sala de aula temos que nos policiar porque acabamos nos deixando levar pelas brincadeiras dos alunos e fazemos muitas vezes as mesmas coisas, como professores temos que tentar acabar com essas brincadeiras e colocar nas aulas conceitos de cidadania e princípios morais, tentando aos poucos tirar essas brincadeiras da sala de aula e conseqüentemente da escola.

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